de JACAREZINHO NA NET O caso do "morto vivo" de Santo Antônio da Platina foi noticiado por todos os órgãos de Imprensa do Paraná e vários de outros estados. Nesta terça-feira,o protagonista, Ademir Jorge Gonçalves(foto) deu entrevistas para emissoras de TV e rádio e parece feliz com o desfecho positivo do episódio. Ele só disse que estava num restaurante, enquanto amigos e familiares velavam o corpo de outro homem. O inusitado caso aconteceu na manhã desta segunda-feira, Dia de Finados, em Santo Antônio da Platina.Um homem morreu atropelado por volta das 22 horas do domingo.O corpo foi reconhecido pelo ex-cunhado, pela mãe e até pelo amigo com quem morava junto.Só que, em torno das nove horas desta segunda, o "morto" , muito nervoso,apareceu no próprio velório."Eu estou vivo, eu estou vivo", bradou para os familiares presentes no velório. O gerente da Funerária Rainha das Colinas,Natanael Honorato cumpriu o que recomenda as normas da empresa.Recolheu assinatura do responsável pelo pagamento das despesas do sepultamento(R$ 1.300,00) e manteve todos os cuidados, "de repente, chega um senhor com a identidade, dizendo ser o servente de pedreiro Ademir, a quem a família estava velando", disse Natanael, "isso nunca aconteceu comigo, parece coisa de cinema", adicionou. O corpo passou normalmente pelo médico legista, Claudinei Oliveira e todos os procedimentos necessários.O cadáver ficou sozinho. Desfeito o equívoco, foram todos embora. O defunto anônimo ficou. O morto, não identificado pela reportagem, permaneceu no caixão, até que os parentes e familiares certos do verdadeiro defunto chegaram na funerária. “Antes do sepultamento, às 16 horas, apareceu uma família de Joaquim Távora, dizendo que o morto tinha problema mental. Então, foi levado para Joaquim Távora”, contou Honorato, que não recebeu o pagamento pelo quase sepultamento.
Valcir Machado






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